sexta-feira, 25 de maio de 2012

Quer trocar de emprego e não sabe por onde começar?

Pessoal, essa matéria da Revista Você S.A é maravilhosa e muito importante. Vale a pena pesquisar e estudar.

Pelo oitavo ano consecutivo, a edição especial Mude de Emprego, principal mapeamento de vagas do mercado de trabalho no Brasil, mostra onde as oportunidades estão para quem busca uma nova colocação. Encontramos 253 802 postos abertos em todo o território nacional. As vagas foram informadas pelas 174 empresas que participaram da pesquisa e que precisam contratar gente em 2012 para expandir seus negócios. 

O número corresponde a 14% do 1,78 milhão de empregos a serem criados no país este ano, segundo previsão do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Tra balho. O levantamento apresenta 58 745 vagas para técnicos e 5 636 para cargos de liderança em 21 setores. O setor de serviços, que lidera a lista, oferece mais de 120 000 vapor gas. Em segundo lugar, vem o varejo, com 42 152 oportunidades. Juntos, os mercados de TI e telecomunicações devem criar quase 15 000 empregos. 

Este levantamento mostra que há vagas em empresas grandes, médias e pequenas, que buscam profissionais em 15 áreas diferentes: administração, comercial, engenharia, tecnologia da informação, finanças, marketing, pesquisa e desenvolvimento, logística, saúde, recursos humanos, química, economia, sustentabilidade, e-commerce e jurídica.

EMPRESAS À PROCURA
Entre as maiores empregadoras deste ano está a Concremat, consultoria em engenharia com sede no Rio de Janeiro, que prevê um aumento de mão de obra de cerca de 20% em relação a 2011. 

"Estamos muito animados", diz Danielle Rainha, gerente de recursos humanos. No total, serão 1 000 vagas para profissionais de nível técnico, 200 para cargos de gestão e 300 para cargos administrativos e operacionais. 

De acordo com Danielle, 40% dessas novas contratações estão ligadas às obras da Copa do Mundo e da Olimpíada. 

A Concremat também vai abrir 60 vagas para trabalho na República Dominicana. A empresa que anunciou o maior número de vagas é o Grupo Multi, dono de escolas de idiomas, informática e cursos profissionalizantes como Wizard e Yázigi. Serão 35 000 vagas para professores, administradores e pessoal da área comercial — dez dos escolhidos irão trabalhar na China. 

Atraso nunca mais

Essa matéria é bem descontraída, mas de forte apelo profissional, precisa ficar atento.


Se você é daqueles profissionais que sempre chegam atrasados ao trabalho, seja por culpa do trânsito, seja por uma noite mal dormida, é melhor rever seus hábitos. 

Segundo pesquisa do site americano de carreira Career Builder, que entrevistou 7 000 profissionais em dezembro de 2011, 34% dos empregadores disseram ter demitido um empregado por atraso.

E não são poucos os atrasados. o estudo aponta que 27% chegam depois do horário pelo menos uma vez por mês e 16% relataram que perdem a hora uma ou mais vezes por semana. na visão do consultor Christian Barbosa, especializado em administração do tempo, a maior parte dos atrasos se deve à falta de planejamento.

Veja ao lado os principais motivos de atrasos e como driblá-los.

As 10 piores desculpas 
1. Meu gato estava com soluço.
2. Pensei que tivesse ganhado na loteria. Mas não ganhei.
3. Fiquei distraído enquanto assistia a um programa matinal de tevê.
4. Meu celular não foi carregado. Por isso, o alarme não tocou e eu não acordei.
5. Pensei que o tempo que levo para chegar ao trabalho fizesse parte do horário do expediente. 
6. Um animal roubou as chaves do meu carro. 
7. Minha perna ficou presa entre o vagão do metrô e a plataforma. 
8. Não tinha intenção de trabalhar antes das 9 horas (o expediente do funcionário começava às 8 horas). 
9. Tive uma entrevista de emprego.
10. Recebi uma ligação pessoal do governador e me atrasei.

Um talento para a educação

História maravilhosa e grande exemplo, vale a pena ler e se inspirar.


Há 18 meses, Maíra Pimentel mergulhou de cabeça no papel de diretora executiva do Ensina!, projeto que mudou radicalmente o rumo de sua carreira e, provavelmente, o da vida de muitos estudantes da rede pública brasileira de ensino. Formada em jornalismo, Maíra começou sua trajetória na Petrobras, onde ganhou experiência em gerenciamento de projetos. 

Saiu da estatal, trabalhou em agências web e na TIM. Estava no rumo de tornar-se diretora da empresa, mas a pausa da licençamaternidade a fez refletir sobre a possibilidade de trabalhar com maior prazer. "Resolvi apostar minha energia na área social, pela qual tinha chance de me apaixonar", diz. Fez um MBA em responsabilidade social na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estudou, foi contratada pela Oi, onde passou sete anos, chegando a gerente de tecnologias educacionais. 

"O tema esteve presente desde a minha infância por causa da minha mãe, que era professora do ensino público." Em 2010 recebeu o convite de assumir a diretoria executiva do Ensina! — organização social brasileira que recruta jovens recém-formados de alto potencial, dos cursos e das universidades de maior prestígio no país, para trabalhar diretamente pela educação pública. 

Precisou criar toda a estrutura da organização: elaborar o estatuto, legalizar a organização e montar a equipe. Ao olhar para trás, Maíra tem a certeza de ter feito as escolhas corretas. "Sinto um prazer incrível em acreditar e trabalhar diariamente em algo que sei que está fazendo a diferença", afirma. 

Em menos de dois anos, o Ensina! começa a colher os primeiros frutos. Médias acadêmicas foram aumentadas, a defasagem nas escolas em que atua foi reduzida. A primeira geração do Ensina! no Brasil já foi formada, com 30 profissionais trabalhando na rede pública de ensino municipal. "Isso me dá força, e me alimenta saber que é possível transformar, inspirar e alterar trajetórias de vida, o que é um privilégio

O novo profissional de RH

Atuar em Recursos Humanos exige mais do que habilidade de lidar com pessoas. É preciso visão ampla de negócios, pensamento estratégico e capacidade de liderança

Ser um profissional de recursos humanos hoje em dia é uma tarefa cada vez mais complexa. Se antes era necessário apenas conhecer os processos burocráticos, como folha de pagamento e recrutamento e seleção, atualmente é preciso dominar a linguagem dos negócios, pensar adiante e atuar em parceria com as lideranças da empresa. Isso derruba a máxima de que para trabalhar em RH é preciso ser pedagogo ou psicólogo.A nova realidade abre as portas para as mais diferentes formações. Há engenheiros, advogados e administradores tocando — e bem — a área de gestão de pessoas. Isso porque a necessidade de o RH atuar estrategicamente modificou o perfil do profissional desejado pelo mundo corporativo.As companhias querem alguém com visão de negócios, mesmo que não seja um especialista na área, como explica Marcos Vono, diretor de recursos humanos do grupo educacional carioca Ibmec. Segundo ele, a gestão comercial e a estratégia devem ser focos tão importantes para um profissional de RH quanto a gestão de pessoas. "Ele precisa ir além dos aspectos humanos.Tem de pensar de forma estratégica para conseguir propor soluções que gerem vantagens competitivas e apoiem os funcionários a atingir suas metas." O diretor executivo de RH da Sodexo Motivation Solutions, Thiago Zanon, de 38 anos, é prova disso. Formado em administração de empresas pela Universidade de São Paulo e mestre em engenharia de produção pela Universidade Federal de São Carlos, no interior paulista, o executivo caminha tranquilamente pela área. Com 15 anos de experiência, sendo oito deles dedicados a consultorias (Monitor e Hewitt), ele sabe o peso do desenvolvimento constante."Somos responsáveis por isso em nossas carreiras. A participação em fóruns de discussão e o convívio com colegas da mesma função são uma rica fonte de aprendizagem também. Mestrados em RH são importantes desde que conectem o profissional à realidade dos negócios", afirma. Aliás, a decisão de trocar a flexibilidade com que organizava seu trabalho de consultor para se dedicar ao horário comercial de uma empresa deve-se ao desejo de ampliar sua vivência profissional.Para ele, ser hoje um profissional desse setor é estar comprometido com o sucesso da organização, sem perder o foco de que são as pessoas que fazem isso acontecer. "Algumas vezes, na ânsia de provar que entendem de negócios, os executivos de RH esquecem que precisam, sim, entender de gente", completa.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Território Jovem oferece vagas para o curso Sistema Toyota de Produção

Inscrições devem ser feitas até dia 11 de maio.

Interessado deve ter entre 18 e 29 anos.

Do G1 Sorocaba e Jundiaí

O Território Jovem Nova Esperança de Sorocaba (SP) oferece vagas para o curso Sistema Toyota de Produção. 

As inscrições podem ser feitas até dia 11, das 8h30 às 17h, no próprio TJ, que fica na rua Monsenhor Benedito Mário Calazans, 15, Jardim Nova Esperança.

Para se inscrever, o interessado deve ter entre 18 e 29 anos e possuir o Ensino Médio completo.

 No ato da inscrição, é necessário apresentar os seguintes documentos: RG, CPF, Carteira de Trabalho e comprovante de escolaridade.

As aulas começam no dia 14 de maio. O curso Sistema Toyota de Produção é oferecido em parceria com a Universidade do Trabalhador Empreendedor (Unite). Informações podem ser obtidas pelo telefone 3217.3395.

TERRITÓRIO JOVEM NOVA ESPERANÇA
Rua Monsenhor Benedito Mário Calazans, 15
Tel: (15) 3217 3395     

CELENDÁRIO DE EVENTOS S.R.E - SOROCABA

O mito do profissional perfeito

Se há pleno emprego, por que tenho dificuldade para arranjar um trabalho? Se o cargo exige tantas competências, por que o salário é tão baixo? meu currículo é ótimo, por que não Sou chamado para uma entrevista? entenda esses e outros paradoxos do mercado.

Matéria excelente. 
Nos últimos meses, as conversas sobre mercado de trabalho orbitam em volta dos mesmos assuntos: pleno emprego, recorde de vagas, guerra por talentos. De fato, há 92 milhões de brasileiros empregados e a taxa de desemprego vai se manter na casa dos 6% durante este ano, índices que são excelentes para o trabalhador.
Apesar de a desaceleração da economia ter feito o Ministério do Trabalho e Emprego reduzir a previsão de geração de 3 milhões de vagas este ano no país, os números, ainda assim, devem ser semelhantes aos de 2010, quando 2,52 milhões de vagas foram preenchidas.
Todo esse cenário positivo, porém, esconde uma dura realidade: há pessoas qualificadas que não conseguem mudar de emprego e, pior, existem desempregados que mesmo ostentando um bom currículo são incapazes de obter uma recolocação. "Há setores que realmente enfrentam uma escassez de mão de obra, mas sempre haverá pessoas bem preparadas fora do mercado", diz Claudio Salvadori Deddeca, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), especialista em relações do trabalho. Esse desequilíbrio é considerado natural por economistas, até mesmo quando os ventos sopram a favor do profissional, como agora.
Ou seja, vivemos uma situação em que há milhares de postos de trabalho de um lado e, de outro, profissionais incapazes de conquistar uma colocação melhor. Essa sensação de que o mercado de trabalho está louco se deve a vários fatores. Em primeiro lugar, nem sempre as qualificações pessoais atendem às exigências da empresa.
Depois, as vagas frequentemente não têm salários compatíveis com a expectativa do profissional e ainda há situações em que o candidato tem restrições à rotina de trabalho da companhia. Mesmo com o mercado aquecido, encontrar um emprego não é tarefa fácil. As empresas tornaram- se mais rigorosas na seleção de pessoas.
Elas buscam profissionais completos, que já entrem dando resultado, com experiências ricas de carreira, que dominem inglês e espanhol e que tenham passado por escolas de elite. Um trabalho no exterior conta pontos. Espera-se que a pessoa se identifique com a cultura da companhia e é preciso rolar uma sintonia com o futuro chefe.
Resumindo, criou-se um modelo de profissional perfeito, que não existe na prática mas serve de gabarito para qualquer candidato na hora da contratação. Além disso, os empregadores valorizam habilidades comportamentais, o critério que mais elimina em processos seletivos. "Encontramos excelentes técnicos, superqualificados, com ótima formação acadêmica, mas que pecam por não saber se relacionar com as pessoas", diz Osvaldo Pires, diretor de recursos humanos da Indra, multinacional espanhola de tecnologia, que tem mais de 6 500 funcionários no Brasil.
A esse enorme grau de exigência junte-se as especificidades que cada vaga reúne. Às vezes, a empresa está em busca de um profissional cujo único pré-requisito é ter relacionamento com um único diretor de um único cliente. Quem não tem está eliminado. Por causa do alto grau de exigência das empresas, é comum encontrar pessoas revoltadas por terem sido preteridas num processo seletivo, mesmo reunindo todos os pré-requisitos observados. Muitas vezes, faltou alguma coisa e os critérios são os mais subjetivos: simpatia com o chefe, relação histórica com a empresa, coisas desse tipo.
"O empregador escolhe quem tem valores que casam com os dele", diz o headhunter Alfredo Assumpção, presidente da Fesa, firma de busca de executivos, de São Paulo. Por isso, vale ficar atento ao estilo de gestão da companhia antes de sair por aí distribuindo currículo. Quanto melhor for o casamento de valores, maiores as chances de você ficar com a vaga. O sucesso crescente dos programas de trainee das grandes corporações mostra como esse vínculo entre profissional e organização é importante hoje em dia.
"Como é praticamente impossível mapear de cara quem casa com a cultura da empresa, muitas estão apostando em gente mais jovem para moldá-la desde cedo", diz Alfredo. Outra dura realidade do mercado é a má-formação da mão de obra brasileira. Grande parte dos profissionais está incapacitada para assumir cargos importantes.
A falha tem origem no Ensino Fundamental e vai até a pós-graduação. Tome- se como exemplo o mercado de tecnologia da informação, no qual esse problema atinge níveis críticos.
Nos últimos anos, a HP Brasil, fabricante de computadores e impressoras, tem contratado cerca de 1 000 pessoas a cada trimestre, e sempre tem posições em aberto por não encontrar gente qualificada. "Mesmo relaxando algumas barreiras de entrada, encontrar talentos é uma missão quase impossível", diz Antonio Salvador, vice-presidente de recursos humanos da HP.
Para ter uma idéia, o mercado de TI cresce em média 10% ao ano, de acordo com a consultoria IDC. Um efeito paradoxal desse crescimento é que muitos profissionais conseguem arrumar emprego antes mesmo de concluir a graduação. Isso seria bom, mas tem causado uma evasão de alunos nas faculdades de tecnologia. 
Oito em cada dez estudantes abandonam a graduação em informática antes do término do curso por já ter se empregado na área, aponta um estudo da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
O resultado desse quadro é um mercado com mão de obra deficiente, que tem um domínio incompleto do assunto. "Entre os poucos que chegam ao fim do curso, dois ou três realmente estão aptos para ingressar no mercado de trabalho", diz Osvaldo, diretor de RH da Indra, que também é professor da Universidade Estácio de Sá.
"A maioria não se empenha e acha que com diploma na mão o emprego aparecerá", afirma. Esse cenário de má-formação de mão de obra fica mais evidente no mercado de tecnologia porque a exigência por atualização ocorre em ritmo e frequência maiores. Mas se aplica a setores mais conservadores. A diferença é que, em mercados em que a necessidade de atualização é mais lenta, o profissional corre risco maior de se acomodar e cair em defasagem mais profunda sem perceber.
"O executivo brasileiro ficou caro, e isso pesa na hora de ele se recolocar", diz o headhunter Dominique J. Einhorn, da Heidrick & Struggles, que atua no recrutamento de altos executivos. 

Essa realidade com frequência se aplica ao profissional que ficou muito tempo numa mesma organização, recebendo aumentos e reajustes salariais. Normalmente, uma pessoa assim acostumou-se a um nível salarial que não corresponde à realidade das ofertas para cargos semelhantes no mercado e tende a considerar baixa qualquer proposta.
Contradições sempre existiram nas relações entre empregados e empregadores. A novidade nesse conflito é o novo cenário do mercado de trabalho que, teoricamente, deveria favorecer mais o profissional. Descobrese agora que mesmo na fartura as organizações têm interesses próprios e os defendem.
A lição que fica para o profissional é que o cuidado com a empregabilidade deve ser intenso, mesmo quando a balança parece estar pendendo para ele. Mostrar resultados, estar atualizado e ter boas recomendações continuam sendo o melhor remédio para as incoerências e injustiças do mercado.







sexta-feira, 4 de maio de 2012

Motivação = felicidade no trabalho?

Escrito por ALBERTO RUGGIERO - 

O que você quer da vida?
Uma pergunta que nos fazem e nos fazemos cada vez mais. Mas a resposta é complicada porque nossas motivações evoluíram junto com todo o resto. O que nos faz levantar da cama, tocar saxofone, ir para a faculdade, fazer exercícios ou encarar um dia de reuniões é muito mais do que o salário no final do mês. Às vezes dinheiro até piora o rendimento de quem está interessado em se desenvolver. Resolvidas as necessidades básicas, o que nos move é uma exigência interna de autonomia, conhecimento, envolvimento e dinamismo.

Na era da informação, esses fatores se tornaram ainda mais importantes. E é por isso que tantos pulam de galho em galho buscando algo melhor o tempo todo.

As empresas modernas procuram levar as pessoas talentosas a contribuir o máximo possível de seus esforços em benefício da empresa, tentando levá-las a produzir melhores resultados. Ter uma equipe motivada não é uma tarefa das mais fáceis.

A motivação está contida dentro das próprias pessoas e pode ser amplamente influenciada por fontes externas ao indivíduo ou pelo seu próprio trabalho na empresa. Isso porque a motivação deriva de necessidades e necessidades são individuais.

O que move as pessoas para a ação varia conforme a pessoa, a formação, a história de vida, a história na empresa. Enfim, para motivar alguém, é preciso saber o que "mexe" com ela. O que não quer dizer que a empresa tenha que dar a cada pessoa uma tarefa/atribuição/tratamento diferente. Ao contrário, um tratamento não igualitário pode gerar insatisfação.

O que deve ser considerado é que, dentro das tarefas e atribuições das pessoas, das suas capacidades e natureza, há elementos e formas de despertar nela o gosto pelo trabalho e o desejo para produzir, para criar, para inovar.
Fonte - site www.portal.abtd.com.br

Teste de Educação Financeira para mulheres


1. Você controla seus ganhos e gastos?
a) ( ) Registro periodicamente todos os pequenos e grandes gastos e ganhos detalhadamente por tipo de despesas/rendimentos.
b) ( ) Registro somente os grandes ganhos e despesas.
c) ( ) Começo o mês anotando, mas não concluo, ou deixo alguns itens sem anotar.
d) ( ) Não registro meus gastos e ganhos em nenhum período do ano.
2. Você já parou para pensar em seus sonhos e objetivos de curto, médio e longo prazo?
a) ( ) Sim, sempre faço essa reflexão e registro em um lugar que vejo freqüentemente (agenda, caderno ou arquivo no computador).
b) ( ) Sim, sempre faço esta reflexão mas não registro.
c) ( ) Somente faço planos de curto prazo.
d) ( ) Não tenho claramente meus sonhos de curto, médio e longo prazo.
3. Você já fez um diagnóstico financeiro de sua vida?
a) ( ) Uma vez por ano faço essa análise (diagnóstico) e registro o que eu ganho e o que eu gasto e faço uma reunião familiar mensal.
b) ( ) Faço a análise, mas não registro em nenhum lugar.
c) ( ) Faço essa análise quando estou em situação de desequilíbrio financeiro.
d) ( ) Nunca fiz a análise de diagnóstico financeiro, nem me reúno com a família para falar sobre dinheiro.
4. Quando você recebe seu salário e ganhos mensais, você:
a) ( ) Reservo (guardo) de 10% a 20% dos meus ganhos mensais para realização dos meus sonhos
b) ( ) Reservo (guardo) 10% dos meus ganhos, mas ainda não sei como vou utilizar essa reserva.
c) ( ) Não costumo guardar dinheiro, porém estou equilibrado financeiramente.
d) ( ) Não guardo dinheiro porque não consigo pagar todas as minhas despesas do mês.
5. Quando você vai ao supermercado, você:
a) ( ) Faço uma lista, pesquiso os preços antes de ir ao supermercado e levo encartes da concorrência para baixar preços. Sempre respeito o meu orçamento mensal para a alimentação.
b) ( ) Às vezes faço lista de compras e costumo pesquisar alguns preços e marcas mais baratas no próprio supermercado.
c) ( ) Tenho uma ideia do que comprar, mas não costumo pesquisar preços.
d) ( ) Não faço lista e compro os produtos que mais gosto. Geralmente compro alguns lançamentos.
6. Ao ir ao shopping center, como você se comporta?
a) ( ) Vou ao shopping para passear, mas me contenho, só compro o que está previsto em meu orçamento.
b) ( ) Gosto de passear no shopping e, quando há promoções, geralmente compro.
c) ( ) Passeio no shopping aos finais de semana, quando gosto de algum produto da vitrine, experimento e compro.
d) ( ) Adoro shopping. Vou mais de três vezes por semana e sempre compro o que me agrada.
7. Como você costuma pagar suas compras?
a) ( ) Sempre pesquiso o preço à vista do produto, peço desconto ou parcelo sem juros sempre observando a disponibilidade do meu orçamento.
b) ( ) Sempre pesquiso o preço do produto e faço o pagamento parcelado.
c) ( ) Costumo usar cheque pré-datado, crediário e parcelamento no cartão, mas somente quando compro mais do que deveria.
d) ( ) Sempre opto pelo parcelamento, crediário e pelo cheque pré-datado por falta de disponibilidade financeira.
8. Você utiliza um orçamento financeiro que prioriza uma reserva de dinheiro mensal para a realização de seus sonhos?
a) ( ) Sim, reservo dinheiro mensalmente para meus sonhos de curto, médio e longo prazo.
b) ( ) Faço orçamento mensal financeiro mas não priorizo meus sonhos.
c) ( ) Utilizo orçamento, mas não preencho todos os meses.
d) ( ) Não faço orçamento financeiro.
9. Onde você investe o seu dinheiro guardado?
a) ( ) Guardo dinheiro aplicando no mercado financeiro (fundos, ações, previdência privada etc). Sempre com perfil conservador.
b) ( ) Invisto em imóveis para alugar e para aumentar meu patrimônio.
c) ( ) Invisto em títulos de capitalização e ações com perfil arrojado.
d) ( ) Nunca sobra dinheiro para investir.
10. Se você hoje ficar desempregada, por quanto tempo você consegue manter seu mesmo padrão de vida?
a) ( ) Por 20 ou 30 anos.
b) ( ) Por até 10 anos.
c) ( ) Por menos de 01 ano.
d) ( ) Por apenas 01 a 03 meses.
RESULTADOS
A = 20
B = 15
C = 10
D = 05
De 160 a 200
Parabéns! Suas respostas mostraram um elevado grau de educação financeira. A forma com que você lida com seu dinheiro e controles financeiros está correta. Continue se aprimorando e cada vez mais priorizando seus sonhos e reservando um valor mensal para a conquista deles, que certamente você atingirá rapidamente seus sonhos e objetivos. Busque também auxiliar as pessoas próximas a inserirem em suas vidas a educação financeira.
De 110 a 155
Você está em um bom caminho para alcançar a independência financeira, porém, necessita estruturar melhor seus controles financeiros, estabelecer e priorizar seus sonhos. Invista em sua educação financeira para a realização de todos os seus desejos de curto, médio e longo prazo. Para isso, aconselho a implantar ferramentas de controle de orçamento para melhor organização de suas finanças. Recomendo, também, a leitura de livros ou matérias sobre o tema.
De 70 a 105
Muito cuidado! Seu desequilíbrio financeiro está muito próximo. Você necessita imediatamente de implementar uma operação de guerra em suas finanças. Oriento ler livros sobre educação financeira e buscar um diagnóstico da sua sáude financeira. Seguindo métodos de especialistas você conseguirá visualizar e estabelecer metas e controles que possibilitarão a realização dos seus sonhos e conquista de sua tão sonhada independência financeira. Baixe uma planilha de orçamento e utilize em seu dia a dia imediatamente. Uma recomendação para que sua situação não se agrave é a participação em um curso prático ou intensivo de Educação Financeira, que hoje pode ser realizado de forma presencial ou mesmo on-line.
De 50 a 65
Sua situação é muito grave! Mas sempre existe uma saída. Você precisa imediatamente fazer um diagnóstico financeiro, levantando o quanto ganha, o quanto gasta, o que você tem de bens móveis e imóveis, dívidas etc. Em seguida deverá estabelecer prioridades em seus sonhos e objetivos, e para tanto deverá saber o quanto gasta mensalmente o quanto gasta com cada tipo de despesa, como exemplo até mesmo gorjetas, café, presentes, cabeleireiro, roupas etc, descobrindo seu verdadeiro “EU Financeiro”. Para finalizar deverá guardar parte do que você ganha mensalmente para atender seus objetivos, entre eles pagamento de suas dívidas e buscar seu equilíbrio financeiro e consequentemente alcançar sua independência financeira. Uma ótima opção é a realização de seções de Coach Terapia Financeira, onde você terá sua situação tratada individualmente por um especialista.

Data e Hora